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Chalé de 1880 - Atualmente Arquivo Histórico Municipal. Foi a antiga residência de um dinâmico empresário da época, o major Benedito Antônio da Silva, na rua Roberto Simonsen na região da Sé. Projeto de Ramos de Azevedo.

O antigo Largo do Paço e atual Praça 15 de Novembro, quando ainda não havia sido executado o plano de remodelação de 1877, que criou um jardim. Da esquerda para a direita, parte do antigo Convento do Carmo (atual Faculdade Cândido Mendes) e o passadiço coberto que fazia a ligação coma Catedral, vista a seguir; a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo; o Hotel de France, então um dos melhores da cidade e rival do Pharoux. Na frente, o ponto de tílburis. Foto de Marc Ferrez, c. 1870.

O casarão da Rua Pirapitingüi, número 111, construído em 1891, foi a residência de Ramos de Azevedo e de sua família por várias décadas. Em 1983, o imóvel foi doado à Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, à Cruzada Pró-Infância e à Fundação Antônio Prudente.

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1927 - O Cine São Bento foi uma importante sala de exibição da região central da cidade de São Paulo. Inaugurado na noite de 10 de setembro de 1927, pertencia à empresa Bunge (S/A Moinhos Santista) até 1928 quando foi vendido. Encerrou suas atividades em 1950, quando já pertencia ao circuito de cinemas Serrador.

Rua 15 De Novembro

Princípios da década de 1910 - Rua 15 de Novembro na região da Sé.

1940 - Rua Voluntários da Pátria, bairro de Santana. Nesta loja muitos músicos se reuniam no fim da década de 40. Fundado em 1908, o Atelier de Violões Finos Romeo Di Giorgio teve de expandir sua fábrica para o prédio vizinho com o boom de vendas provocado pela bossa nova, dez anos depois. 'Começamos a vender tantos violões que paramos de produzir violas e cavaquinhos', lembra o presidente Reinaldo Di Giorgio Junior, neto do patriarca.

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1900 - Palacete da Marquesa de Itu, encomendado em 1889 ao escritório de Ramos de Azevedo. O projeto ficou a cargo do engenheiro Maximiliano Hehl, o mesmo que idealizou a Catedral da Sé. O financiamento ficou por conta do Banco União e o prédio foi construído no mesmo terreno em que a marquesa morava, junto à ferrovia Santos-Jundiaí, na rua Florêncio de Abreu, esquina com rua Mauá. Foto de Otto Rudolf Quaas. Acervo do Instituto Moreira Salles.